Sobre as coisas que aprendi em casa

Pedir desculpa, dizer muito obrigada, com licença, respeitar os mais velhos.
Isso foi apenas a lição numero 1 do que aprendi lá em casa. O que sei que é há muito mais que isso no convívio das gentilezas sociais.
Isso foi apenas a lição numero 1 do que aprendi lá em casa. O que sei que é há muito mais que isso no convívio das gentilezas sociais.
Existe uma questão de respeito que não se aprende nos livros. Algo que remete a si próprio e aos outros “fazer aos outros o que gostaria que fizessem a si próprio”, ecoa a voz de minha mãe, mais firme do que nunca em repassar aos filhos esse legado da boa-educação.
Sou grata a ela por isso.
Ganhou A com louvor em repassar aos seus lições valiosas que parecem ir desaparecendo nos círculos sociais com o passar do tempo e a correria da vida moderna. Falta parar para ouvir, olhar nos olhos, agir com respeito, tolerância, delicadeza.
Ah, essa boa e velha tolerância, como anda escassa!
Estressados, estamos explodindo à toa, correndo sem rumo, nem sabemos ao certo para onde nem porquê.
Uma palavra mal-intencionada soprada, e lá se vão, plumas ao vento de um estrago que não volta atrás. E como andamos fofoqueiros ultimamente!
Ruminamos internamente nossos pensamentos mais nocivos, sem nos darmos conta que esses vão, aos poucos, alimentando o ego e uma ferida interior que culmina em uma explosão muitas vezes direcionada a quem menos devíamos.
Sou grata a ela por isso.
Ganhou A com louvor em repassar aos seus lições valiosas que parecem ir desaparecendo nos círculos sociais com o passar do tempo e a correria da vida moderna. Falta parar para ouvir, olhar nos olhos, agir com respeito, tolerância, delicadeza.
Ah, essa boa e velha tolerância, como anda escassa!
Estressados, estamos explodindo à toa, correndo sem rumo, nem sabemos ao certo para onde nem porquê.
Uma palavra mal-intencionada soprada, e lá se vão, plumas ao vento de um estrago que não volta atrás. E como andamos fofoqueiros ultimamente!
Ruminamos internamente nossos pensamentos mais nocivos, sem nos darmos conta que esses vão, aos poucos, alimentando o ego e uma ferida interior que culmina em uma explosão muitas vezes direcionada a quem menos devíamos.
Falta parar para pensar sobre tudo isso. Refletir.
Se dói? Dói, sim, principalmente a consciência. Mas vale a pena. Nos sentimos mais aliviados em saber que estamos caminhando rumo à evolução espiritual.
Por isso e por tudo, mais do que pertinente compartilhar aqui o que andei ouvindo em um encontro budista do qual participei durante a Páscoa.
São quatro os pensamentos sobre os quais devemos meditar/contemplar diariamente, a fim de neutralizar os chamados venenos da mente:
1- a preciosidade de estarmos aqui e termos nascido e como fazer bom uso dessa ‘visita’ aqui na Terra;
2 - a impermanência de tudo que nos cerca, o que ajuda a desapegar;
3- o karma, porque somos o que somos e o que podemos fazer para purificá-lo;
4 - o sofrimento; devemos aceitá-lo ou evitá-lo?
Para ler mais sobre o assunto: http://www.dharmanet.com.br/vajrayana/pensamentos1.htm
Namastê e boa semana!
***
Por isso e por tudo, mais do que pertinente compartilhar aqui o que andei ouvindo em um encontro budista do qual participei durante a Páscoa.
São quatro os pensamentos sobre os quais devemos meditar/contemplar diariamente, a fim de neutralizar os chamados venenos da mente:
1- a preciosidade de estarmos aqui e termos nascido e como fazer bom uso dessa ‘visita’ aqui na Terra;
2 - a impermanência de tudo que nos cerca, o que ajuda a desapegar;
3- o karma, porque somos o que somos e o que podemos fazer para purificá-lo;
4 - o sofrimento; devemos aceitá-lo ou evitá-lo?
Para ler mais sobre o assunto: http://www.dharmanet.com.br/vajrayana/pensamentos1.htm
Namastê e boa semana!
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