Depois da tempestade, a bonança...

Estou de volta a este blog depois de um longo e tenebroso inverno. Impressionante a experiência de ficar alguns dias sem computador para se dar conta do nível de dependência a que chegamos. Fcamos órfãos, nos sentimos sem os pés, sem as mãos, não conseguimos trabalhar.
Desconectados, sentimos um vácuo que não existia alguns anos atrás, tempo que preenchíamos nossos vazios existenciais com atividades reais, o que fazíamos mesmo? Como vivíamos sem isso aqui?
Uma tonelada de emails me esperando na caixa de entrada, mil outros prazos acumulados a cumprir, preciso comentar sobre o calor infernal que faz nesta cidade tropical do Nordeste do Brasil, num mês que pelo menos para mim, começou às avessas, tumultuado, cheio de desafios. Dias melhores virão, estou certa disso.
Penso que tanto calor anda fritando também a cabeça das pessoas, que estão por demais intolerantes umas com as outras, sem paciência mesmo.
Deixo vocês com a música-poesia de Lenine, que soube, como ninguém, sintetizar esse meu, esse nosso momento pavio-curto em tempos de calor escaldante.
Desconectados, sentimos um vácuo que não existia alguns anos atrás, tempo que preenchíamos nossos vazios existenciais com atividades reais, o que fazíamos mesmo? Como vivíamos sem isso aqui?
Uma tonelada de emails me esperando na caixa de entrada, mil outros prazos acumulados a cumprir, preciso comentar sobre o calor infernal que faz nesta cidade tropical do Nordeste do Brasil, num mês que pelo menos para mim, começou às avessas, tumultuado, cheio de desafios. Dias melhores virão, estou certa disso.
Penso que tanto calor anda fritando também a cabeça das pessoas, que estão por demais intolerantes umas com as outras, sem paciência mesmo.
Deixo vocês com a música-poesia de Lenine, que soube, como ninguém, sintetizar esse meu, esse nosso momento pavio-curto em tempos de calor escaldante.
Labels: reflexões

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