Comer, Rezar e Amar

Nunca fui bem-sucedida ao carregar livros em viagens porque acabava os esquecendo em escanteio, ocupada que estava com tantas outras novas e mais interessantes informações que ia encontrando pelo percurso.
Desta vez, foi diferente. Fiz questão de levar o livro, que mesmo grosso e pesado, não se tornou mais um trambolho a ser estufado na já pesada mochila que carregava nas costas durante os 15 dias de viagem pela Patagônia.
Muito ao contrário. Elizabeth Gilbert em seu Comer, Rezar e Amar, foi minha melhor companhia e sem dúvidas, entrou no ranking dos livros mais bacanas que já li.
Liz é expert em nos conduzir através de seu estado de espírito em cada um dos destinos que escolheu para aportar em sua trajetória de auto-descoberta ao longo de um ano de viagem pela Itália, Índia e Indonésia, destinos todos iniciando com a letra I, I em inglês (eu), fato curioso que ela descreve em seu capitulo de introdução.
A narrativa de Liz é leve, engraçada, descontraída, mesmo quando aborda temas mais densos como depressão, separação e religião.
Liz foi comigo à Patagônia e sua narrativa me trouxe a inspiração e a vontade de quem sabe, um dia, também escrever meu livro de crônicas de viagens. Devorava cada página com voracidade e interesse e só me despedi do livro, já de volta, em João Pessoa, quando fechei a última página, um misto de prazer e saudade.
Fui pesquisar sobre a autora na Internet e descobri que Comer, Rezar e Amar deve em breve virar filme, estrelado por Julia Roberts, fã declarada do livro e de Liz. É esperar para ver.
Desta vez, foi diferente. Fiz questão de levar o livro, que mesmo grosso e pesado, não se tornou mais um trambolho a ser estufado na já pesada mochila que carregava nas costas durante os 15 dias de viagem pela Patagônia.
Muito ao contrário. Elizabeth Gilbert em seu Comer, Rezar e Amar, foi minha melhor companhia e sem dúvidas, entrou no ranking dos livros mais bacanas que já li.
Liz é expert em nos conduzir através de seu estado de espírito em cada um dos destinos que escolheu para aportar em sua trajetória de auto-descoberta ao longo de um ano de viagem pela Itália, Índia e Indonésia, destinos todos iniciando com a letra I, I em inglês (eu), fato curioso que ela descreve em seu capitulo de introdução.
A narrativa de Liz é leve, engraçada, descontraída, mesmo quando aborda temas mais densos como depressão, separação e religião.
Liz foi comigo à Patagônia e sua narrativa me trouxe a inspiração e a vontade de quem sabe, um dia, também escrever meu livro de crônicas de viagens. Devorava cada página com voracidade e interesse e só me despedi do livro, já de volta, em João Pessoa, quando fechei a última página, um misto de prazer e saudade.
Fui pesquisar sobre a autora na Internet e descobri que Comer, Rezar e Amar deve em breve virar filme, estrelado por Julia Roberts, fã declarada do livro e de Liz. É esperar para ver.
Labels: cantinho da leitura, livros

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